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Concluída a campanha no navio de investigação Espanhol Miguel de Oliver

Foi hoje concluída, no Porto de Vigo, a campanha PELAGO20, de 23 dias de trabalhos, realizada a bordo do navio de investigação Espanhol Miguel de Oliver, na sequência de acordo entre  Ministério do Mar de Portugal e a Secretaria General de Pesca de Espanha. Esta campanha anual de rastreio acústico, com o objetivo principal de determinar a abundância e distribuição vertical dos peixes pelágicos, teve este ano o especial enfoque no conhecimento para a recuperação do stock da sardinha e a potenciação da sustentabilidade da pesca do cerco. O IPMA contou com a colaboração de embarcações do cerco em cada setor da costa continental, o que permitiu, num período mais curto do que habitual, cobrir o Golfo de Cádis e toda a plataforma continental geológica portuguesa.



A nossa equipa técnico-científica está de regresso a casa, sublinhando-se o sentido reconhecimento por todo o empenho e dedicação destes profissionais prosseguindo a missão de monitorização dos recursos marinhos, no atual contexto de estado de emergência de saúde pública.



Cumpre ainda agradecer a intervenção das autoridades de Espanha e Portugal, em particular a Secretaria General de Pesca, Sua Excelência o Embaixador de Portugal em Madrid e o Vice-Cônsul de Portugal em Vigo, e os Serviços de Estrangeiros e Fronteiras, habilitantes do retorno seguro ao domicílio pessoal destes profissionais.





Fonte: www.ipma.pt
Publicada na fonte em: 2020-03-27 08:01:00
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Meteorologia / [IPMA] EPPO liberta corvinas marcadas na Ria Formosa
« Última mensagem por Informadora em Março 27, 2020, 12:02:04 »
EPPO liberta corvinas marcadas na Ria Formosa

A Estação Piloto de Piscicultura de Olhão (EPPO)/IPMA libertou       no dia 25/03/2020, na Ria Formosa em Olhão, cerca de 600 corvinas de       450g (peso médio). Metade destas corvinas encontram-se marcadas, pelo       que agradecemos, a toda a comunidade piscatória, que sempre que       capturarem uma corvina com marca nos informem (número da marca, data e local       de captura, peso e comprimento do peixe), via faceboock, ou outras alternativas.


Esta informação é muito importante para a investigação que fazemos e estas iniciativas dependem muito da vossa colaboração.


Esta acção de libertação de corvinas estava prevista para o inicio do verão, contudo face às medidas de contingência decorrentes do COVID-19, que implicaram uma redução do número de trabalhadores e para aliviar o trabalho na EPPO, esta acção teve de ser       antecipada.


 


Obrigada pela colaboração!





Fonte: www.ipma.pt
Publicada na fonte em: 2020-03-27 08:01:00
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Mercado / Re: Seguro para Embarcações
« Última mensagem por Marinheiro em Março 25, 2020, 18:38:19 »
Boa! Obrigado!
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Workshop regional – “O Mar Mediterrâneo que precisamos para o futuro que queremos”

De 21 a 23 de janeiro de 2020 decorreu em Veneza, Itália, o workshop regional intitulado “O Mar Mediterrâneo que precisamos para o futuro que queremos”, no âmbito do plano para a próxima década – 2021/2030 – no que diz respeito ao Desenvolvimento Sustentável através da Ciência Marinha e dos Oceanos (UN Decade of Ocean Science for Sustainable Development 2021-2030).


O projeto SEAFOODTOMORROW, coordenado pelo IPMA, foi convidado a participar neste evento pela União Europeia, entidade financiadora do projeto, para apresentar os seus principais objetivos e resultado já alcançados.


Este workshop, focado na região Mediterrânea, dividiu-se em 6 grupos de trabalho específicos com o objetivo de identificar planos concretos e parcerias que possam corresponder aos 6 objetivos sociais da próxima década, na perspetiva do Mar Mediterrâneo.


O projeto SEAFOODTOMORROW enquadrou-se no grupo de trabalho com vista a discussão de formas de potenciar a sustentabilidade e produtividade do Mar Mediterrâneo, mitigando os impactos do crescente turismo e avanço industrial para as comunidades marinhas nativas. Muitos dos objetivos do projeto centram-se na melhoria de várias técnicas de processamento e produção de pescado, com o objetivo de minimizar os custos económicos e ambientais, promovendo a sustentabilidade para o consumidor e vida marinha.


Para mais informações, consulta das apresentações e conclusões preliminares, por favor consulte o link que se segue.





Fonte: www.ipma.pt
Publicada na fonte em: 2020-03-25 08:01:00
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Seminário: “Alterações climáticas e recursos marinhos: passado, presente e futuro”

No âmbito das palestras do Conselho Científico do IPMA I.P., realizou-se no passado dia 26 de fevereiro de 2020 um seminário intitulado “Alterações climáticas e recursos marinhos: passado, presente e futuro” no Auditório Magalhães das instalações do IPMA I.P. em Algés.


Neste seminário foram abordados os impactos das alterações climáticas nos recursos marinhos, bem como a identificação de medidas de adaptação para os diferentes setores produtivos. O evento contou com a participação de mais de 155 pessoas, incluindo intervenientes da fileira da pesca e aquacultura, bem como da comunidade científica e governamental, contanto também com a presença da sociedade interessada no tema.


Foi um dia repleto de informação e discussões relevantes para o delineamento do melhor caminho a seguir por todos no combate às alterações climáticas no meio marinho e na minoria dos seus impactos nos setores industriais.





Fonte: www.ipma.pt
Publicada na fonte em: 2020-03-25 08:01:00
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Meteorologia / [IPMA] Reunião de 24 meses do projeto SEAFOODTOMORROW
« Última mensagem por Informadora em Março 25, 2020, 18:21:04 »
Reunião de 24 meses do projeto SEAFOODTOMORROW

Decorreu no Porto, Portugal, nos dias 5 e 6 de novembro de 2019 a reunião de Coordenação dos 24 meses do projeto europeu SEAFOODTOMORROW (ref. 773400 – financiamento H2020), coordenado pelo IPMA com a presença de cerca de 75 participantes.


Este projeto centra-se essencialmente na validação de ações de inovação para a indústria da produção e processamento de pescado. Pretende-se otimizar e validar produtos de excelente qualidade, incluindo pescado com níveis adequados de nutrientes essenciais e teores reduzidos de sódio, bem como produtos processados de pescado de fácil e conveniente utilização por segmentos específicos da população, nomeadamente grávidas, idosos e crianças.


As tecnologias a validar compreendem sensores para a deteção e quantificação rápida dos teores de contaminantes em pescado, tecnologias de secagem, pasteurização e esterilização de pescado com maior eficiência energética e menor utilização de água, e estratégias de redução de contaminantes em pescado. O projeto pretende ainda validar ferramentas inovadoras que permitam determinar a autenticidade de pescado, bem como assegurar a sua rastreabilidade e criar as bases para a certificação da qualidade de pescado. Dada a excelente comunicação existente entre os 35 parceiros, as atividades em curso estão em linha com o inicialmente planeado, tendo servido a reunião para defenir o plano de ação para as atividades a desenvolver nos próximos 6 meses.


Dada a conjuntura atual provocada pela pandemia do COVID-19, a próxima reunião, prevista para 28 e 29 de abril, foi adiada para setembro de 2020 e no seu lugar irá haver uma reunião por videoconferência com os líderes dos grupos de trabalho.




Site: 


 





Fonte: www.ipma.pt
Publicada na fonte em: 2020-03-25 08:01:00
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Meteorologia / [IPMA] Science publica estudo que explica o fim da era do gelo
« Última mensagem por Informadora em Março 25, 2020, 16:19:04 »
Science publica estudo que explica o fim da era do gelo

Um artigo publicado no dia 12 de Março de 2020 na revista Science, aponta uma nova resposta para um dos mistérios da idade dos gelos, “O que faz com que os períodos glaciares terminem?”. O estudo contou com a participação de duas investigadoras do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e Centro de Ciências do Mar (CCMAR).



Sabe-se agora que o ciclo de obliquidade astronómica influência o início e duração das terminações glaciares, ao longo do último milhão de anos. Neste estudo agora publicado pela revista Science, uma equipa internacional de investigadores, liderada pela Universidade de Melbourne, começa a aproximar-se de uma explicação para o início das terminações - período que decorre entre o fim de um período glaciar (clima frio) e o início de um período interglaciar mais quente (semelhante ao existente hoje em dia), e que acontece a cada 100 mil anos. Recorrendo às mais recentes técnicas de datação radiométrica, os cientistas conseguiram determinar a idade de duas terminações que ocorreram há cerca de 960 e 875 mil anos atrás. As idades sugerem que o início de ambas as terminações é consistente com as alterações de insolação associadas ao ângulo de inclinação da Terra. Em ambas as terminações, estas iniciaram-se quando a energia de verão no Hemisfério Norte, sobre as calotes glaciares do Ártico, se aproximava dos valores máximos e eram tão mais rápidas quanto maior era essa energia, e progrediam até ao momento em que se atingia o máximo de energia solar de verão recebida na zona polar. Uma comparação desta descoberta com dados de nove terminações mais recentes, mostra que esse padrão persistiu durante o último milhão de anos.



A equipa de cientistas integrou investigadores portugueses, do IPMA e CCMAR, as paleoceanógrafas Antje Voelker e Teresa Rodrigues, que contribuíram com registos paleoclimáticos obtidos de sedimentos marinhos, que revelam alterações da temperatura e salinidade na superfície do mar, e que foram recolhidos na margem SW portuguesa (locais perfurados no âmbito do programa IODP no margem de Sines e de Algarve).



Há muito que os investigadores suspeitavam que as mudanças na geometria da órbita da Terra, que controlam a quantidade de energia solar que chega às altas latitudes (zonas polares), constituíam a melhor explicação para as terminações. No entanto, continuava a incerteza sobre qual a característica orbital mais importante. Os dois principais fatores são aumentos subtis no ângulo de inclinação do eixo da Terra (a obliquidade) e alterações na oscilação do eixo da Terra quando esta está mais próxima do Sol (precessão).



Os registos marinhos foram correlacionados com dados de estalagmites da gruta Italiana de Corchia (FOTOGRAFIA:Galeria delle Stalattit). Deste modo, foi possível cruzar a informação climática contida em ambos os registos climáticos, algo nunca antes feito para esta escala temporal. Russell Drysdale, Professor da Universidade de Melbourne na Austrália, que liderou o projeto, explica: “Quanto mais elevados os níveis de energia no verão, mais rápido é o colapso das camadas de gelo. Quando iniciámos o estudo não esperávamos este resultado, mas faz sentido”.



A equipa quer agora explorar os padrões para os últimos milhões de anos, já que algo que muito intriga os cientistas é a chamada Transição do Pleistoceno Médio, ou seja, a altura em que a duração dos ciclos da era do gelo mudaram de 40 para 100 mil anos. Um período chave que os investigadores polares planeiam perfurar no gelo antártico nos próximos anos.



Referência da publicação:



Bajo, P., Drysdale, R.N., Woodhead, J.D., Hellstrom, J.C., Hodell, D., Ferretti, P., Voelker, A.H.L., Zanchetta, G., Rodrigues, T., Wolff, E., Tyler, J., Frisia, S., Spötl, C., Fallick, A.E., 2020. Persistent influence of obliquity on ice age terminations since the Middle Pleistocene transition. Science 367, 1235-1239, doi: 10.1126/science.aaw1114.





Fonte: www.ipma.pt
Publicada na fonte em: 2020-03-16 08:01:00
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Meteorologia / [IPMA] Ocorrência da Velella velella em toda a costa portuguesa
« Última mensagem por Informadora em Março 25, 2020, 16:19:04 »
Ocorrência da Velella velella em toda a costa portuguesa

A espécie Velella velella (veleiro) está a ocorrer em grandes aglomerados em Portugal Continental, entre Setúbal e Viana do Castelo. À semelhança do ano passado, a ocorrência desta espécie tem provocando algum alarmismo por ser confundida com a Physalis physalis (caravela-portuguesa). A Caravela-portuguesa também tem sido também avistada, embora em menor número. Informamos que, ao contrário desta última espécie, a Veleiro é inofensiva, não havendo evidências de causar queimaduras e problemas de saúde.



Estas duas espécies Velella velella (veleiro) e Physalis physalis (caravela portuguesa) podem ser confundidas por apresentarem algumas semelhanças como a cor azulada e o facto de flutuarem à superfície do mar, e frequentemente avistadas na nossa costa, nesta época do ano. Importa salientar que se trata de fenómenos naturais e sazonais motivados por condições oceanográficas e ambientais favoráveis à sua reprodução e consequente arrojamento até às praias.



Salientam-se as diferenças:

Physalia physalis (caravela-portuguesa): flutuador em forma de “balão", em geral, de maiores dimensões que a Veleiro. Os seus tentáculos podem chegar aos 30m de comprimento e são muito urticantes, capazes de provocar graves queimaduras e outros problemas em pessoas de saúde mais frágil. Deverá evitar o contacto com os tentáculos.

Velella velella (veleiro): flutuador em forma de "vela" triangular achatada, de pequenas dimensões (1 a 8 cm), tentáculos curtos. Na maioria dos casos não representa perigo para os banhistas, mas pode provocar alguma alergia ou irritação, sendo aconselhável evitar o contacto direto com os tentáculos.



Os mais recentes avistamentos de organismos gelatinosos na costa portuguesa enviados pelos observadores GelAvista:



Physalia physalis (caravela portuguesa):

- Praia do Norte, Fábrica Da baleia Do Porto Pim (Faial, Açores)

- Praia da Apúlia, Praia de Esposende (Braga)

- Praia da Agudela, Angeiras (Porto)

- Praia de Buarcos, Praia da Cova Gala, Praia da Tamargueira (Coimbra)

- Praia de Paredes da Vitória (Leiria)

- Praia da Foz do Sizandro, Praia de Santa Rita (Lisboa)

- Costa da Caparica (Setúbal)

- E ainda em Cabo Verde, na ilha de Maio!



Velella velella (veleiro):

- Ao largo de Viana Do Castelo, Praia de Moledo, Praia do Lumiar  (Viana do Castelo)

- Percurso entre a Praia Suave Mar e praia de Cepães, Praia da Apúlia,  (Braga)

- Praia da Agudela, Praia de Labruge, Praia de Pedras do Corgo, Angeiras, Praia do Cabo do Mundo (Porto)

- Praia de Buarcos, Praia da Tamargueira (Coimbra)

- Praia de S. Pedro de Moel, Praia de Paredes da Vitória (Leiria)

- Praia da Foz do Sizandro, Praia do Guincho, Praia da Carvoeira, Praia de Carcavelos (Lisboa)

- Costa da Caparica, Lagoa de Albufeira (Setúbal)



Ajude-nos a estudar melhor estas espécies enviando informação sobre os avistamentos de qualquer organismo gelatinoso/alforreca ao programa GelAvista, através da aplicação, disponível para sistemas Android e iOS ou para plancton@ipma.pt

Ajude-nos a fazer ciência, o seu contributo é muito importante!





Fonte: www.ipma.pt
Publicada na fonte em: 2020-03-10 08:01:00
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Mercado / Seguro para Embarcações
« Última mensagem por jmarieiroseguros em Março 25, 2020, 10:50:10 »
Apresentamos o nosso seguro para Embarcações de Recreio.

Pode-nos pedir uma simulação, sem qualquer compromisso em https://www.marieiroseguros.pt/seguro-embarcacoes/

Preencha os dados e esclareça as suas dúvida no fim do pedido de simulação (texto livre opcional).

Temos condições muito boas para lhe apresentar.

Obrigado.

Jorge Marieiro
Rua Vasco da Gama 29C
3830-225 Ílhavo

Telefone 234 427 856
jorge.marieiro@marieiroseguros.pt
www.marieiroseguros.pt

J. Marieiro Lda., com o NIPC 510436552, está autorizada desde 14.12.2012 pela ASF sob o nº 412380652, para o exercício de mediação de seguros nos ramos Vida e Não-Vida, conforme informação constante do respetivo certificado de registo, disponível em www.asf.com.pt e nas nossas instalações. Somos Agentes de Seguros que exercemos a nossa actividade de forma independente do Segurador.

O Mediador não assume a cobertura dos riscos inerentes ao contrato de seguro, que são integralmente assumidos pelo Segurador. Associados da APROSE - Associação Nacional de Agentes e Corretores de Seguros
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Meteorologia / [IPMA] Inverno 2019/2020
« Última mensagem por Informadora em Março 23, 2020, 17:33:04 »
Inverno 2019/2020

Boletim Climatológico Sazonal

Inverno 2019/2020


O inverno 2019/20 (dezembro 2019, janeiro e fevereiro 2020) em Portugal continental classificou-se como extremamente quente e seco (Figura 1).


Foi o 2º inverno mais quente desde 1931 (mais quente foi registado no ano de 1990). O valor médio da temperatura média do ar, 11.00 °C, foi superior ao normal com uma anomalia de +1.47 °C.


O valor médio da temperatura máxima, 15.67 °C, foi o valor mais alto desde 1931, com uma anomalia de +1.92 °C em relação ao valor normal 1971-2000.


O valor médio da temperatura mínima do ar, 6.33 °C, também foi superior ao normal, +1.01 °C, sendo o 3º valor mais alto desde 2000. Valores de temperatura mínima do ar superiores aos deste inverno ocorreram em cerca de 20% dos anos, desde 1931.


O total da quantidade de precipitação ocorrida nos meses de dezembro a fevereiro, 275.1 mm, corresponde a cerca de 78% do valor médio (Figura 3). Valores da quantidade de precipitação inferiores aos deste inverno ocorreram em cerca de 40% dos anos, desde 1931.


Aceda ao documento na íntregra.





Fonte: www.ipma.pt
Publicada na fonte em: 2020-03-19 08:01:00
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