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Meteorologia / [IPMA] WEBINAR de encerramento do projeto INTEGRATE
« Última mensagem por Informadora em Hoje às 12:56:07 »
WEBINAR de encerramento do projeto INTEGRATE

Financiado pelo programa europeu INTERREG Arco-Atlântico, o projeto INTEGRATE termina após três anos de colaboração entre 8 parceiros europeus (CTAQUA, IPMA, ALGAplus, Agrocampus Ouest, CEVA, ISC, NUIG e SAMS) e 11 parceiros associados dos 5 estados membros do Espaço Atlântico Europeu (Espanha, Portugal, França, Irlanda e Reino Unido).


O principal objetivo do projeto INTEGRATE foi fortalecer e criar redes transnacionais e colaborativas entre a investigação, a indústria e a sociedade visando uma aquacultura sustentável e eco-responsável e com uma abordagem de cooperação territorial.


O projeto tornou possível juntar os conhecimentos existentes e o original sobre aquacultura multi-trófica integrada (IMTA), definir as melhores práticas no âmbito do IMTA e a sua eficiência ambiental. Pretende-se assim contribuir para uma estratégia a médio e a longo prazo que permita o florescimento do IMTA no espaço Atlântico Europeu.


Para divulgar os resultados dessas várias ações o mais amplamente possível, um seminário on-line é organizado em 18 de junho, por meio da plataforma GoToWebinar.


Consulte o PROGRAMA e preencha o FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO


Contamos consigo neste WEBINAR.


Para além disso o projeto INTEGRATE participa no REGIOSTARS Awards 2020, que atribui um prémio a projetos financiados pela União Europeia. Para apoiar o projeto, pode votar seguindo clicando no link: https: //regiostarsawards.eu


Procure a categoria “Economia circular para uma Europa Verde” e clique no coraçãozinho associado ao INTEGRATE.





Fonte: www.ipma.pt
Publicada na fonte em: 2020-06-06 09:01:00
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Meteorologia / [IPMA] Resumo Climatológico Maio e Primavera
« Última mensagem por Informadora em Ontem às 16:36:06 »
Resumo Climatológico Maio e Primavera

Maio extremamente quente em Portugal continental


Maio de 2020 foi o mais quente desde 1931, igualando maio de 2011. 


O valor médio da temperatura média do ar, 19.00 °C, foi muito superior ao normal +3.26 °C.


Os valores médios mensais da temperatura máxima (25.40 °C) e temperatura mínima do ar (12.60 °C) foram os 2º valores mais altos desde 1931, com anomalias de +4.44°C e +2.10°C respetivamente.


Durante o mês destaca-se os valores muito altos da temperatura do ar, muito superiores aos valores normais, na segunda quinzena de maio, em particular a partir do dia 17.


Neste período ocorreu em diversas estações da rede de observação de superfície do IPMA uma onda de calor, de norte a sul do território do continente, a qual teve uma duração máxima de 16/17 dias e pode ser considerada como uma das mais longas e com maior extensão territorial para o mês de maio (Figura 1).


O valor médio da quantidade de precipitação em maio, 51.2 mm, corresponde a 72 % do valor normal 1971-2000. Neste mês destaca-se as condições de instabilidade atmosférica verificadas durante alguns períodos do mês (9-16 e 26- 31) que originaram a ocorrência de aguaceiros, que foram localmente fortes, por vezes de granizo e acompanhados de trovoada. 


Verificou-se uma diminuição da área e da intensidade da seca meteorológica na região Sul; no entanto no interior Norte voltou a surgir a classe de seca fraca.


A distribuição percentual por classes do índice PDSI no território é a seguinte: 2.6 % chuva fraca, 75.2 % normal, 17.5 % seca fraca e 4.7 % seca moderada.


 


Primavera - 4º mais quente desde 2000


A primavera de 2020, em Portugal Continental, classificou-se como muito quente em relação à temperatura do ar e normal em relação à precipitação. 


O valor médio da temperatura média do ar foi superior ao normal (+1.51 °C) sendo o 8º valor mais alto desde 1931 e o 4º valor mais alto desde 2000.


O valor médio da temperatura mínima do ar foi o 6º valor mais alto desde 1931 e o 3º valor mais alto desde 2000; o valor médio da temperatura máxima do ar foi o 5º valor mais alto desde 2000.


O total da quantidade de precipitação ocorrida nos meses de março a maio, 240 mm, corresponde a cerca de 114 % do valor médio.





Fonte: www.ipma.pt
Publicada na fonte em: 2020-06-05 06:00:00
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Meteorologia / [IPMA] Projeto CABFishMan lança site
« Última mensagem por Informadora em Ontem às 13:33:06 »
Projeto CABFishMan lança site

O projecto "CABFishMAN - Conservação da Biodiversidade Atlântica através do Apoio à Co-Gestão Inovadora da Pequena Pesca", do qual o IPMA é entidade parceira, lançou recentemente o seu sítio oficial.



O projecto CABFishMAN visa apoiar a cooperação das partes interessadas na pequena pesca, abordando desafios transnacionais no Espaço Atlântico para melhorar a protecção dos recursos marinhos, avançando para uma abordagem ecossistémica da gestão da pequena pesca e promovendo a compatibilização desta atividade com a conservação marinha."



O IPMA é parceiro do Projeto no âmbito de um consórcio alargado de instituições de investigação no contexto do Espaço Atlântico.



Saiba mais informações no sítio do projeto: https://www.cabfishman.net






Fonte: www.ipma.pt
Publicada na fonte em: 2020-06-05 09:01:00
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Meteorologia / [IPMA] O pescado e a pegada de carbono
« Última mensagem por Informadora em Junho 04, 2020, 13:09:06 »
O pescado e a pegada de carbono


A pegada de carbono é uma forma de medir o impacto das atividades humanas no meio ambiente através da quantificação de gases com efeito estufa durante todo o ciclo de vida de um produto ou serviço.


Um gás com efeito estufa (GEE) é qualquer gás que absorve e liberta radiação infravermelha na atmosfera. Muitos GEE ocorrem naturalmente na atmosfera, como o dióxido de carbono (CO²), metano (que é cerca de 25 vezes mais potente que o CO²), óxido nitroso (300 vezes mais potente que o CO2) e vapor de água, enquanto outros são de produzidos pelo homem, como os clorofluorocarbonetos (CFCs), hidrofluorcarbonetos (HFCs) e perfluorocarbonetos (PFCs), bem como o hexafluoreto de enxofre. A pegada de carbono representa a quantidade desses gases medida em quilos ou toneladas de CO².


No último século, as concentrações atmosféricas de GEE têm aumentado devido às atividades humanas, levando a alterações climáticas significativas e persistentes. A mitigação das alterações climáticas é a intervenção para reduzir o impacto humano no sistema climático através de estratégias que reduzam as fontes e emissões de GEE.


Os custos ambientais associados à produção de alimentos são geralmente maiores em produtos de origem animal, mas há uma grande diferença entre os diferentes grupos de animais. As formas de proteína animal do oceano provenientes da pesca ou aquacultura têm geralmente uma pegada de carbono mais baixa e são mais eficientes, considerando também o consumo de água e as limitações de área terrestre necessárias, comparativamente aos animais da pecuária.


A maioria dos custos ambientais do pescado derivam do combustível dos barcos de pesca ou da ração na aquacultura, mas existem grandes diferenças entre espécies e, nalguns casos, para o mesmo produto, dependendo do método de produção ou da arte de pesca utilizada. Por exemplo, a pesca baseia-se na extração de recursos selvagens, que são altamente variáveis no espaço e no tempo, e é conduzida usando uma variedade de métodos com eficiências muito diferentes, resultando numa grande amplitude de emissões de GEE.


As formas de proteína animal com menor impacto são os pequenos pelágicos (ex. sardinha, cavala, carapau) porque podem ser capturados com um baixo consumo de combustível, bem como os bivalves de aquacultura porque se alimentam naturalmente no oceano.


De qualquer forma, esta análise é limitada aos estudos que utilizam a metodologia de Análise do Ciclo de Vida (ACV), existindo ainda métodos de produção animal que não foram avaliados.


A este respeito referimos que o IPMA participa no projeto europeu "Neptunus" que visa estudar diversos produtos da pesca e aquacultura produzidos no Atlântico, integrando a diversidade de embalagens usadas, com base na ACV e encontrar ações-chave para o uso mais eficiente dos recursos: https://neptunus-project.eu/


--


Documentos consultados


Hilborn, R., Banobi, J., Hall, S. J., Pucylowski, T., & Walsworth, T. E. (2018). The environmental cost of animal source foods. Frontiers in Ecology and the Environment, 16(6), 329-335.


Skontorp Hognes, E., Tyedmers, P., Krewer, C., Scholten, J., & Ziegler, F. (2018). Seafood Life Cycle Inventory database: Methodology and Principles and Data Quality Guidelines. http://www.diva-portal.org/smash/get/diva2:1263853/FULLTEXT01.pdf


The Seafish Guide to Greenhouse Gas Emissions in Seafood https://www.seafish.org/media/publications/SeafishGuidetoGHGEmissionsinSeafood_201409.pdf





Fonte: www.ipma.pt
Publicada na fonte em: 2020-06-03 09:01:00
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Meteorologia / [IPMA] O pescado e a pegada de carbono
« Última mensagem por Informadora em Junho 03, 2020, 13:46:06 »
O pescado e a pegada de carbono


A pegada de carbono é uma forma de medir o impacto das atividades humanas no meio ambiente através da quantificação de gases com efeito estufa durante todo o ciclo de vida de um produto ou serviço.


Um gás com efeito estufa (GEE) é qualquer gás que absorve e liberta radiação infravermelha na atmosfera. Muitos GEE ocorrem naturalmente na atmosfera, como o dióxido de carbono (CO²), metano (que é cerca de 25 vezes mais potente que o CO²), óxido nitroso (300 vezes mais potente que o CO2) e vapor de água, enquanto outros são de produzidos pelo homem, como os clorofluorocarbonetos (CFCs), hidrofluorcarbonetos (HFCs) e perfluorocarbonetos (PFCs), bem como o hexafluoreto de enxofre. A pegada de carbono representa a quantidade desses gases medida em quilos ou toneladas de CO².


No último século, as concentrações atmosféricas de GEE têm aumentado devido às atividades humanas, levando a alterações climáticas significativas e persistentes. A mitigação das alterações climáticas é a intervenção para reduzir o impacto humano no sistema climático através de estratégias que reduzam as fontes e emissões de GEE.


Os custos ambientais associados à produção de alimentos são geralmente maiores em produtos de origem animal, mas há uma grande diferença entre os diferentes grupos de animais. As formas de proteína animal do oceano provenientes da pesca ou aquacultura têm geralmente uma pegada de carbono mais baixa e são mais eficientes, considerando também o consumo de água e as limitações de área terrestre necessárias, comparativamente aos animais da pecuária.


A maioria dos custos ambientais do pescado derivam do combustível dos barcos de pesca ou da ração na aquacultura, mas existem grandes diferenças entre espécies e, nalguns casos, para o mesmo produto, dependendo do método de produção ou da arte de pesca utilizada. Por exemplo, a pesca baseia-se na extração de recursos selvagens, que são altamente variáveis no espaço e no tempo, e é conduzida usando uma variedade de métodos com eficiências muito diferentes, resultando numa grande amplitude de emissões de GEE.


As formas de proteína animal com menor impacto são os pequenos pelágicos (ex. sardinha, cavala, carapau) porque podem ser capturados com um baixo consumo de combustível, bem como os bivalves de aquacultura porque se alimentam naturalmente no oceano.


De qualquer forma, esta análise é limitada aos estudos que utilizam a metodologia de Análise do Ciclo de Vida (ACV), existindo ainda métodos de produção animal que não foram avaliados.


A este respeito referimos que o IPMA participa no projeto europeu "Neptunus" que visa estudar diversos produtos da pesca e aquacultura produzidos no Atlântico, integrando a diversidade de embalagens usadas, com base na ACV e encontrar ações-chave para o uso mais eficiente dos recursos:


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Documentos consultados


Hilborn, R., Banobi, J., Hall, S. J., Pucylowski, T., & Walsworth, T. E. (2018). The environmental cost of animal source foods. Frontiers in Ecology and the Environment, 16(6), 329-335.


Skontorp Hognes, E., Tyedmers, P., Krewer, C., Scholten, J., & Ziegler, F. (2018). Seafood Life Cycle Inventory database: Methodology and Principles and Data Quality Guidelines. http://www.diva-portal.org/smash/get/diva2:1263853/FULLTEXT01.pdf


The Seafish Guide to Greenhouse Gas Emissions in Seafood https://www.seafish.org/media/publications/SeafishGuidetoGHGEmissionsinSeafood_201409.pdf





Fonte: www.ipma.pt
Publicada na fonte em: 2020-06-03 09:01:00
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Meteorologia / [IPMA] Índice Ultravioleta (IUV)
« Última mensagem por Informadora em Junho 02, 2020, 12:21:07 »
Índice Ultravioleta (IUV)

Na semana de 25 a 29 de maio de 2020 observaram-se valores do Índice Ultravioleta (IUV) de MUITO ALTO (8 a 10) a EXTREMO (11 a 11+) em todo o território do Continente Português.



No mesmo período verificava-se uma anomalia negativa da temperatura de -3 K na estratosfera ao nível de 50 hPa (cerca dos 20 km de altitude) sobre o Golfo da Biscaia.



Consistentemente, verificava-se também uma região de anomalias negativas entre -5 a - 10%  no ozono estratosférico, centrada no Golfo da Biscaia. Esta anomalia no ozono estratosférico corresponde a uma anomalia positiva no IUV à superfície entre 6 % e 11%.



Tal situação deveu-se a uma circulação estratosférica de nordeste (NE) que transportou ar frio e pobre em ozono da Ásia para aregião da Península Ibérica.



Esta situação evidencia o bom desempenho do atual programa do IUV do IPMA, através da previsão e divulgação ao público dos valores deste índice e das respetivas medidas de proteção.



A previsão do índice UV é baseada na assimilação de observações de ozono e aerossóis obtidas por satélites. Um conjunto de modelos dinâmicos e químicos produzem a previsão do ozono atmosférico, dos aerossóis e da nebulosidade. Finalmente, um modelo de transferência radiativa estima a radiação ultravioleta espectral à superfície, tendo em conta o ozono, o aerossol e a nebulosidade previstos.


Aceda ao Guia de Utilização para saber mais sobre o índice ultravioleta.





Fonte: www.ipma.pt
Publicada na fonte em: 2020-05-30 09:01:00
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Meteorologia / [IPMA] Tempo quente e seco em Portugal continental
« Última mensagem por Informadora em Maio 30, 2020, 17:18:02 »
Tempo quente e seco em Portugal continental

                                         
Informação  Meteorológica
Comunicado válido entre 2020-05-27 17:06 e 2020-05-30 17:06

Titulo: Tempo quente e seco em Portugal continental

Uma região depressionária na camada baixa e a aproximação de um vale em altitude irá condicionar o estado do tempo nos próximos dias.
Assim,  prevê-se uma descida gradual dos valores de temperatura, em especial da máxima, sendo o dia de hoje dia 30 o mais quente. O dia 31, com temperatura máxima prevista ainda acima de 30°C no Alentejo e Vale do Tejo, deverá ser o último dia a contribuir para esta onda de calor.
A temperatura mínima, também apresenta tendência para uma descida gradual.
De modo geral o tempo irá manter-se seco, embora com um aumento temporário da nebulosidade durante a tarde, em especial no interior, onde há possibilidade de ocorrência de aguaceiros e trovoada, aumentando a probabilidade da sua ocorrência nos dias 30 e 31.
Para mais detalhes sobre a previsão meteorológica para os próximos dias consultar:
http://www.ipma.pt/pt/otempo/prev.descritiva/
http://www.ipma.pt/pt/otempo/prev.significativa
Para mais detalhes sobre os avisos meteorológicos emitidos consultar:
http://www.ipma.pt/pt/otempo/prev-sam/

Data de Edição: Sáb, 30 Mai 2020 15:19:38




Fonte: www.ipma.pt
Publicada na fonte em: 2020-05-30 15:19:38
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Meteorologia / [IPMA] Índice Ultravioleta (IUV)
« Última mensagem por Informadora em Maio 30, 2020, 11:10:07 »
Índice Ultravioleta (IUV)

Na semana de 25 a 29 de maio de 2020 observaram-se valores do Índice Ultravioleta (IUV) de MUITO ALTO (8 a 10) a ELEVADO (11 a 11+) em todo o território do continente português.



No mesmo período verificava-se uma anomalia negativa da temperatura de -3 K na estratosfera ao nível de 50 hPa (cerca dos 20 km de altitude) sobre o Golfo da Biscaia.



Consistentemente, verificava-se também uma região de anomalias negativas entre -5 a-10 hPa no ozono estratosférico, centrada no Golfo da Biscaia. Esta anomalia no ozono estratosférico corresponde a uma anomalia positiva no IUV à superfície entre 6 % e 11%.



Tal situação deveu-se a uma circulação estratosférica de nordeste (NE) que transportou ar frio e pobre em ozono da Ásia para aregião da Península Ibérica.



Esta situação evidencia o bom desempenho do atual programa do IUV do IPMA, através da previsão e divulgação ao público dos valores deste índice e das respetivas medidas de proteção.



A previsão do índice UV é baseada na assimilação de observações de ozono e aerossóis obtidas por satélites. Um conjunto de modelos dinâmicos e químicos produzem a previsão do ozono atmosférico, dos aerossóis e da nebulosidade. Finalmente, um modelo de transferência radiativa estima a radiação ultravioleta espectral à superfície, tendo em conta o ozono, o aerossol e a nebulosidade previstos.


Aceda ao Guia de Utilização para saber mais sobre o índice ultravioleta.





Fonte: www.ipma.pt
Publicada na fonte em: 2020-05-30 09:01:00
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Barcos (fórum geral) / Motor yamaha autolube 80cv
« Última mensagem por Lcampos em Maio 30, 2020, 10:54:06 »
Bom dia sou novo no grupo e novo na parte da nautica. Adquiri o meu primeiro barco ha dois meses, um bayliner 5m com yamaha 80cv 2t autolube motor ja antigo de 94 . A questao que tenho, é se aconselham uma pre mistura no tanque da gasolina mesmo tendo o autolube a funcionar? O autolube está a funcionar mas detectei um ligeiro  acumulo de oleo na parte debaixo do deposito do autolube ( nao sei se é fuga ou se foi derrame na ultima vez que atestaram ainda nao tive tempo de verificar com atencao). Só para me precaver caso a lubrificacao nao esteja  ser feita corretamente. Obrigado
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Meteorologia / [IPMA] Tempo muito quente em Portugal continental
« Última mensagem por Informadora em Maio 29, 2020, 19:55:07 »
Tempo muito quente em Portugal continental

A segunda quinzena de maio e em particular a partir do dia 17 tem sido caracterizada por valores altos da temperatura máxima do ar, muito superiores aos valores normais para este mês.


Destacam-se os dias 26, 27 e 28 com valor médio da temperatura máxima do ar no continente superior a 30 °C, sendo ainda também de realçar o dia 3 de maio no inicio do mês (Figura 1).

Também a temperatura mínima do ar a partir de dia 18 tem sido sempre superior ao valor normal mensal, destacando-se os dias 27 e 28, com um valor médio no continente superior a 20 °C.


Nas Tabelas 1 e 2 apresentam-se, para alguns locais do continente, os 10 maiores valores da temperatura máxima do ar (≥ 35 °C) e da temperatura mínima do ar (≥ 20 °C) do ar ocorridos até ao dia 28 de maio.


 


ONDA DE CALOR


Neste período muito quente, com valores da temperatura do ar acima do normal para a época, diversas estações da rede de observação de superfície do IPMA têm estado em onda de calor, de norte a sul do território do continente.

A 28 de maio encontravam-se 36 estações meteorológicas em onda de calor com o número de dias a variar entre 6 e 12, abrangendo as regiões do interior Norte e Centro, Lisboa e Vale do Tejo e grande parte da região Sul. Na tabela 3 e na figura 2 apresentam-se as estações que estão em onda de calor.


 


NÚMERO DE DIAS



Na Figura 3 apresenta-se para o período de 1 a 28 de maio a evolução diária da percentagem de estações com valores da temperatura máxima do ar igual ou superior a 25 °C, 30 °C e 35 °C e na Figura 4 a evolução diária do número de estações com valores da temperatura mínima do ar igual ou superior a 20 °C.



De salientar que:

•    Nos dias 3, 18 e de 23 a 28 de maio, valores de temperatura máxima do ar superiores a 25 °C observaram-se em mais de 80 % das estações meteorológicas.

•    Nos dias 26 a 28, mais de 60% das estações meteorológicas registaram valores de temperatura máxima do ar superiores a 30 °C (dias quentes).

•    Entre os dias 23 e 28 foram ainda registados em algumas estações valores de temperatura máxima do ar superiores a 35 °C (dias muito quentes).

•    Entre os dias 20 e 28 de maio ocorreram noites tropicais, ou seja, valores de temperatura mínima do ar igual ou superior a 20 °C.


 


EXTREMOS MAIO



Neste mês de maio e até dia 28 foram ultrapassados os anteriores máximos de temperatura mínima do ar para o mês de maio, nas estações meteorológicas que se apresentam na Tabela 4 (séries com mais de 15 anos).





Fonte: www.ipma.pt
Publicada na fonte em: 2020-05-29 09:01:00
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