Mariana de Vilamoura ganha velas… de betão

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velaArquitetura arrojada, com palas de betão simulando velas, vai marcar nova entrada da Marina de Vilamoura. Projeto assinado pela Broadway Malyan Portugal e engenharia da Ove Arup tem 31 lojas e estacionamento subterrâneo.

A empresa proprietária da Marina lançara em 2009 um concurso de ideias, cujo projeto foi agora concluído pela equipa vencedora, a Broadway Malyan Portugal.

Trata-se do projeto de requalificação do anteporto da Marina de Vilamoura, associado à cidade lacustre a erigir no âmbito do plano Vilamoura XXI, que vai dotar aquele empreendimento de residências turísticas às quais se pode aceder de barco.

Na zona do anteporto serão construídos três edifícios, um deles direcionado para restauração outro para comércio e ainda a sede da Lusort, a partilhar com autoridades portuárias que geram uma 'avenida' vocacionada "para o lazer e o usufruto da presença do mar e das embarcações e que é aproveitado para esplanadas e passeio marítimo"..

Conjunto contempla parque de estacionamento subterrâneo e também apoio ao estaleiro da marina.

Velas de Betão branco marcam entrada da marina

Um conjunto de palas em betão branco, cujo design arrojado exige processos de engenharia específicos a executar pela Ove Arup cobrirá parcialmente as novas construções, surgindo como o novo ícone da Marina, formando como que um portal de entrada da marina.

Os edifícios integram-se no espaço da doca do Anteporto, disponibilizando o máximo de área para o estaleiro. A sede da Lusort terá dois pisos em redor de um pátio interior ao ar livre e organização interior em "open space".

Já o edifício da restauração terá 24 lojas no nível do piso térreo, metade das quais se prolonga para o piso superior, com um terraço comum virado para o mar.

Por sua vez, o edifício comercial possuirá 7 lojas e dois quiosques e ficará na entrada do lado de terra do anteporto, seguindo até ao cais marítimo.

Dada a proximidade com a ponte que liga à praia da Falésia, o piso superior funciona na totalidade como grande área de esplanadas em deck, com o acesso público por escada e elevador, criando uma espécie de anfiteatro sobre a ribeira, a praia e o anteporto.

Por se encontrar perto da ponte de acesso à praia o edifício tem uma vocação comercial relacionada com os utentes da mesma, razão pela qual

O projeto engloba ainda um edifício de apoio ao estaleiro e um parque de estacionamento subterrâneo, num piso único, com capacidade para 106 lugares de estacionamento.

Margarida Caldeira, diretora do escritório de Lisboa, da Broadway Malyan salienta que a ideia foi criar um edifício "icónico", proposto pelo gabinete à Lusort no âmbito do concurso de ideias.

Fonte: Observatório do Algarve