30 Agosto 2010
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Na Arrábida ninguém se entende quanto às medidas de conservação do Parque Marinho
Desde que há memória, nunca o mar esteve tão revolto na península de Setúbal como desde a entrada em vigor (2o05) do Plano de Ordenamento do Parque Natural da Arrábida (POPNA). Nele mergulharam, em rota de colisão, pescadores, ambientalistas, políticos, cientistas e operadores de náutica e turismo. Entre leis, multas e zonas de restrição, a realidade da falência dos recursos naturais é incontornável para uns e para outros. E casa onde não há pão, todos ralham e poucos reconhecem a razão alheia.
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